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ESCOLA DOMINICAL: ESPAÇO DE AFETIVIDADE

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POR Zélia Santos Constantino

A afetividade pode ser entendida como o conjunto de fenômenos psíquicos que se manifestam sob a forma de emoções, sentimentos e paixões, acompanhados da impressão de dor ou prazer, tristeza ou alegria, satisfação ou insatisfação. Os fatos, as situações vividas pelas pessoas causam-lhes sentimentos diferentes. O tipo e a intensidade das reações serão proporcionais ao significado que os fatos têm para cada uma delas.

O que dá valor e representa nossa realidade é a afetividade. Uma foto, por exemplo, pode causar ternura, lembranças positivas ou negativas como a tristeza, raiva ou desilusão.

A afetividade é responsável por valorizar tudo em nossa vida e fora de nós, tanto os fatos passados como as perspectivas futuras. Como ela dá significado à nossa vida e valor de nós mesmos, é preciso tratá-la como o sentimento que regula a visão que temos do mundo. É como os óculos que necessitam ser ajustados de vez em quando. Ela é como o alicerce da vida humana do qual depende a atuação das pessoas como seres sociais, garantindo-lhes força, expressão, vitalidade, motivação.

Fatores de afetividade

São importantes fatores de afetividade a visão, a audição, o tato.

A visão é responsável por 80% da percepção que temos das pessoas. Através dela são observadas as expressões faciais, a maneira de andar, vestir, sorrir, o olhar de aprovação dos outros, as verdades, mentiras, a pressa, a calma, o nervosismo e outras atitudes.

A audição é o segundo fator de percepção da afetividade. Através dela acontece a comunicação com a pessoa a quem ouvimos por meio do timbre, da intensidade e da velocidade da voz.

O tato é relevante em toda existência humana e é muito importante na infância. A criança pode não entender o quê ouve ou o quê vê, mas com certeza perceberá quando é tocada com carinho, abraçada, acolhida. Em casos extremos, chama a atenção dos adultos de forma negativa como a “birra” para receber um toque nem que for uma palmada.

O problema da carência afetiva é acentuado na adolescência. Nesta fase o jovem precisa ouvir e sentir, a todo instante, sobre o seu valor, o quanto é querido, o que representa para a família. Ele está procurando a afirmação de sua identidade e crê que só a terá através dos outros. Busca ansiosamente identificar-se com alguém a quem admira, e questiona, revolta-se, critica, luta por seu próprio espaço e com seu próprio corpo. Sua vontade por encontrar um exemplo de herói, faz desta fase, uma oportunidade inigualável para ter em Jesus Cristo o modelo maior de sua vida. Aparentemente desprezando-a, a afetividade é fundamental para seu amadurecimento sadio.

Enquanto na adolescência o que predomina o psiquismo humano é o sentimento, na juventude está presente o pensamento. É a fase do desenvolvimento cognitivo, da inteligência abstrata, do senso de responsabilidade, caráter, dignidade, julgamento e decisões. Acentua-se o desejo de participar da sociedade e os jovens são capazes de realizações altruísticas e filantrópicas. Já conseguem relacionar-se bem com o sexo oposto e percebem suas limitações com naturalidade.

O adulto torna-se um ser completo quando sente que é cercado por afetividade. Sentir-se amado, aceito, respeitado é ter razão de realização, sacrifícios e, às vezes, até a anulação de sonhos próprios.

Na idade da sabedoria ou velhice, as pessoas voltam a ter intensa necessidade de amostras de afetividade. Mesmo quando se sabem amadas, querem ver, ouvir e sentir das pessoas que lhes são queridas o quanto são importantes para elas. Está presente nesta fase a carência afetiva resultante da fragilidade própria da idade, de doenças, das perdas e do sentimento de inutilidade. Saciar tal carência é um desafio a ser tratado com cuidado, justiça e equilíbrio.

O maior fator de afetividade, porém, para os cristãos, é a oração. Ela se apóia sobre uma tríade de relacionamentos afetivos: de nós para Deus, de Deus para nós e de nós para os outros.

Através da oração nossa afetividade a Deus é expressa na adoração, confissão, pela entrega de nossos fardos e na fé. É a certeza da pertença: somos seus filhos e filhas. Deus acolhe nossas orações, responde-as e revela seu amor. Nossas orações pelos outros e pelo mundo desencadeiam acontecimentos nos céus e na terra: “Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam” (1 Co 2.9).

Conhecer-se e aprender

Para enfrentar adequadamente as relações e os conflitos interpessoais do cotidiano, com os sentimentos, pensamentos e emoções que lhes são inerentes, é exigido de nós auto-conhecimento e aprendizagem constante.

Os conflitos, quando tratados construtivamente, podem trazer resultados positivos, melhorando o desempenho, o raciocínio e a resolução de problemas. É benéfico tratar os sentimentos, valores e emoções como objeto de conhecimento, pois o fato de reconhecer, controlar e expressar os próprios sentimentos talvez seja um dos aspectos mais difíceis na resolução de conflitos.

Princípios da pedagogia afetiva

A pedagogia afetiva apóia-se em alguns princípios que devem ser observados com as devidas adequações:

  1. O limite – estabelecer limites significa que as pessoas não podem nem são capazes de fazer tudo o que querem. Não é castigo e sim, afirmação de cuidado, interesse e proteção. A falta de limites é traduzida como falta de amor. Exemplo de desabafo de um filho a quem não é dado limites: - Meus pais não ligam nem um pouco para o que eu faço ou o que pode me acontecer!
  2. A observância de horários que ensina a responsabilidade, e das datas comemorativas que valorizam as reuniões familiares e os laços afetivos;
  3. O respeito às regras e costumes básicos de convivência social;
  4. A desmistificação de tabus que causam sofrimentos e confusões;
  5. A redescoberta do valor das histórias ou mitos que lendários ou não, explicam ou ilustram os principais acontecimentos da vida como os da perda, morte, abandono, traição, maldade, inveja, justiça, amor e outros.
  6. O reconhecimento de que apesar de todo o desenvolvimento social, científico e tecnológico, apesar das mudanças nas estruturas familiares, os pais não estão desobrigados de suas funções. A eles é concedido o privilégio de conversar, dar segurança, firmeza, equilíbrio, amor e a transmissão da fé aos seus filhos e filhas. Abdicar desta responsabilidade é colocar em risco o futuro de vidas preciosas para Deus!

O papel da afetividade no aprendizado

A importância da Escola Dominical como espaço de afetividade baseia-se no fato de que aprender deve estar ligado ao ato afetivo. O aprendizado será prazeroso e as pessoas ansiarão por conhecer a Palavra de Deus, praticá-la e serem testemunhas.

A relevância do papel da afetividade no aprendizado é demonstrada a cada instante por Jesus Cristo, o Mestre por excelência. Ele olhava para além do exterior das pessoas. Via-as de maneira a perceber o seu íntimo: as tristezas, ansiedade, sofrimentos, vaidade, injustiças, raiva e outros tantos sentimentos aparentemente ocultos, mas reconhecidos por Jesus. Era disponível para ouvir, curar, consolar, argumentar e, principalmente, ensinar. A afetividade norteava suas ações educativas e servem de exemplo para professores de todos os tempos:

  • Valorizava cada ser humano como se ele fosse único na terra;
  • Esperava o momento oportuno para ensinar;
  • Ouvia atentamente os pedidos, as argumentações e até as injúrias;
  • Falava a linguagem que as pessoas podiam entender;
  • Variava o método de ensino conforme a ocasião e o tipo de público;
  • Exemplificava seus ensinos com técnicas inovadoras e criativas;
  • Seus ensinos não se limitavam a espaços restritos e eram ilustrados com as coisas da natureza ou que tinham relação com o dia a dia de seus ouvintes;
  • Apreciava estar junto de seus discípulos e sabia aproveitar todas as oportunidades para a capacitação;
  • Tocava afetuosamente mesmo nos doentes, e se deixava tocar, ser atendido e reconhecido;
  • Era sincero, autêntico, corajoso e não se intimidava ao denunciar o pecado, as injustiças e falsidades dos poderosos;
  • Conhecia e vivia o que ensinava.

O aprendizado flui naturalmente quando a afetividade está presente. Há confiança, sinceridade e a certeza de aceitação entre o educador/a e o aluno/a. Ensinar e aprender torna-se mão dupla, ação gratificante, produtiva e desejada.

É necessário perceber algo precioso deixado por Jesus: Ele aproveitava as situações de vida das pessoas para traduzir a vontade de Deus nas mais variadas circunstâncias. Por exemplo: quando considerou o desapego da viúva pobre que ofereceu “todo o seu sustento” em contraste com as sobras grandiosas dos outros. A lição? O valor da dádiva independe da sua extensão. A preciosidade da mesma residia no coração daquela mulher. A percepção do fato valeu mais que muitas aulas desvinculadas da realidade.

A Escola Dominical como espaço de acolhimento e suporte para as pessoas.

Na Escola Dominical são estabelecidos momentos de partilhar a complexidade da vida, valorizar o companheirismo, aprofundar vínculos afetivos e aprender a colocar os ensinamentos bíblicos dentro das mais variadas situações. Aprende-se melhor quando isto ocorre junto com pessoas com as quais se tem simpatia e algo em comum. As dúvidas, experiências e problemas são compartilhados em ambiente de aceitação e cumplicidade.

A Escola Dominical torna-se espaço de suporte na medida em que são colocadas situações comuns aos vários grupos de estudos e podem ser analisadas e submetidas a sugestões para serem resolvidas à luz do Evangelho. Exemplos:

- Em meio a tanta correria, como “Buscar em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça”, tendo a oração como referência norteadora de nossas vidas?

- Como agir em caso de uma traição?

- O que fazer para obedecer ao “Não adulterarás” da lei de Deus se você está apaixonado por alguém casado/a e que também quer o relacionamento?

- O que aconselhar a alguém com problemas familiares causados pela separação dos pais? E do alcoolismo? E das drogas?

- Violência, corrupção, desagregamento familiar, apelo ao consumismo, interferência dos meios de comunicação na educação alterando as escalas de valores éticos e morais: como manter a identidade cristã em meio a tudo isso? Como motivar a juventude a participar da missão com tantos fatores negativos e desmotivadores?

- Como ensinar a criança “no caminho que deve andar” se não se está preparado/a para fazê-lo?

A Escola Dominical capacita ao exercer a afetividade:

A Escola Dominical é também espaço de capacitação quando:

· Acolhe, demonstra aceitação e valoriza os dons de cada pessoa;

· Oportuniza a troca de idéias e de experiências vividas, e cujas soluções conduziram à vida;

· Proporciona o enriquecimento do conhecimento bíblico e sua aplicação;

· Incentiva outras pessoas a conduzirem os estudos, dando-lhes apoio e assessoramento;

· Desperta o interesse para a participação em algum dos ministérios da Igreja e oferece acompanhamento e auxílio:

· Estimula o testemunho e a vida coerente como “cartas de Cristo” que somos e que estão sendo lidas a cada instante (2 Co 3.2-3).

Compreender a importância da Escola Dominical e empenhar-se para que ela ocupe lugar de destaque e seja amada por toda a Igreja Metodista, são desafios a serem perseguidos se quisermos que nossas crianças, juventude e novos convertidos tenham raízes na fé que lhes foi oferecida e aceita. Pertencer à Escola Dominical é ser e participar do Reino de Deus!

ENSINANDO PEQUENINOS (BEM PEQUENOS) A ORAR

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As crianças devem ter o privilégio de aprender a falar com Deus. Este privilégio elas podem ter, tão logo consigam balbuciar as primeiras palavras. Ensinai as crianças a proferir suas simples palavras de oração. Dizei-lhes que Deus se deleita em que elas clamem e Ele.” Conselhos a Pais e Professores, de Ellen G. White, CPB, pág. 98.

Que o professor e pai apresente à criança um assunto, um motivo pelo qual orar, fazendo-as repetir umas poucas palavras muito simples, com você ou após você. Isto as ajudará a iniciar cedo sua vida espiritual, enchendo-a de confiança ao se dirigirem a Deus e com Ele conversarem.

Para ajudar as crianças a saberem pelo que orar e para que elas se interessem pelo assunto pelo qual devem orar, mostre (mais não mais que isso) duas figuras a fim de ilustrar aquilo que ela deveria incluir em sua oração.

Peça a seus filhos / duas crianças que venham à frente; dê a cada uma delas uma figura que possam segurar e para qual possam olhar por alguns segundos ou mesmo um minuto.

Então converse com as crianças primeiro com as duas, depois inclua as demais na conversa / no culto do lar, sobre o assunto pelo qual vocês gostariam de orar a Deus, nesse dia.

Se a criança não for capaz de orar por si mesma, sozinha, peça a ela que repita, após você, uma oração bem curta, mencionando especificamente o que foi sugerido pelas figuras.

Reúna figuras que variarão de quando em quando (2 de cada vez). Antes de se ajoelharem para a oração retire as figuras da visibilidade.

As orações deveriam ser curtas. “Um ou dois minutos são o suficiente para qualquer oração normal ou comum”. Testemonies, vol. 1, pág. 581

Nosso vocabulário, aquele que usamos ao orar, deveria ser tão simples que as crianças sejam capazes de compreender palavra por palavra, unindo-se a nós no espírito de adoração. Muitas vezes nos esquecemos disso e professores oram apenas para outros professores.

“Porque, se eu orar em outra língua estranha (desconhecida) meu entendimento fica sem fruto”. (I Cor. 14:14).

Que é uma língua estranha para uma criança? Por certo é o uso de palavras e frases que ainda não fazem parte de sua experiência.

Tais palavras e frases como, por exemplo “campos estrangeiros”. “campos brancos para ceifa”, “misericórdias concedidas”, “guarda-nos de danos e perigos” etc. Tais palavras não expressam absolutamente necessidades pessoais e nem interesses de crianças menores e será muito certo que é difícil interessar-se alguém em palavras que não lhe façam sentido, que nada queiram dizer...

A oração tem que vir do coração. Têm que fazer sentido. Ser real.

Trabalhe com seus filhos / seus alunos a confidenciarem seus assuntos, dúvidas, conflitos e problemas com Jesus. 

Transmitam a confiança em Jesus e o Seu cuidado por cada um de nós, como se fôssemos únicos.

É a oração algo de real para você? Então faça com que ela seja real para os seus alunos.
É a oração uma força dinâmica em sua vida e experiência diária?
Talvez devamos parar e fazer atenção à nossa própria vida de oração, antes de ensinarmos nossos alunos e filhos a orar...
Sua atitude para com oração os convencerá muito mais do que suas palavras.
Sua atitude, seu exemplo os ensinará a cedo começarem sua vida com Deus.

Alice Lowe – Worker – Journal  of Sabbath School Action – Julho de 1975 – Adapted

ENSINANDO CRIANÇAS DE LARES PROBLEMÁTICOS

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Nenhum lar está isento de problemas. Porém, um número cada vez maior de famílias, em nossos dias são disfuncionais. As famílias entram às vezes em crise quando um dos pais falta, seja por causa de morte, suicídio, ou divórcio. Padrões destrutivos também são encontrados até mesmo nos lares em que os dois, pai e mãe, estão presentes. Alguns pais tão traumatizados por eventos penosos que viveram no passado que não conseguem satisfazer as necessidades dos filhos. É enorme o número de crianças obrigadas a viver em ambientes negativos devido irá crônica, negligência, ou outras formas de abuso.

Procure Entender a Percepção das Crianças de Lares com Problemas

As crianças de lares com problemas são muitas vezes perseguidas por sentimentos de medo ou desespero. Muitas sentem solidão e isolamento, pensando que seus problemas são únicos. Elas ficam confusas porque amam os pais, porém sentem-se geralmente impelidas pelo desejo de obter a aceitação dos pais – mesmo que essa seja impossível. Quando fracassam em suas tentativas de agradar, sua falsa culpa (sentir-se mal sobre o que pensam ter feito) se transforma em vergonha (sentir-se mal sobre quem pensam que são) e acabam convencidas de que não têm valor.

Fique Atento aos Sintomas das Crianças Magoadas

As crianças de lares com problemas aprendem três regras: NÃO CONFIE /NÃO SINTA /NÃO FALE. Muitas delas transferem essas regras para o relacionamento fora de casa. Embora muitos desses meninos e meninas vivam continuamente em um estado de negação, construindo mundos de fantasia para bloquear os seus problemas, outros podem torna-se calados, não se comunicando com naturalidade. Num grupo, essas crianças muitas vezes parecem desatentas ou retraídas. Elas talvez tenham dificuldade em prestar atenção ou não queiram participar das atividades. Algumas crianças magoadas podem demonstrar irá ou agressividade. Outras podem se agarrar ás pessoas ou bancar o palhaço, mostrando sua necessidade de aceitação e afeto ao solicitar atenção permanente – de maneira positiva ou negativa.

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Um desafio enfrentando pelos que trabalham com crianças é discernir a razão do comportamento delas.. Precisamos de ajuda do Espírito Santo para descobrir quais as crianças cujos problemas exigem tratamento especial. Devemos lembrar que as necessidades de todas as crianças (de todo mundo, por sinal) são basicamente as mesmas. Todos precisam de respeito e atenção, incentivo e amor. O professor desempenha às vezes um papel vital como o único adulto capaz de ajudar crianças carentes, a ver o seu valor aos olhos de Deus.

Permita que Deus use Você para Satisfazer as Necessidades das Crianças Perturbadas.

1. Planeje sua aula de modo que Cristo seja o tema Central. Ao trabalhar com crianças necessitadas, compreenda que a melhor maneira de resolver os problemas delas é fazê-las conhecer a Deus, recebendo Jesus Cristo como Salvador e Senhor. Evangelize e discipule: apresente às crianças Aquele que irá acompanhá-las vida a fora para satisfazer cada necessidade.

2. Faça cada criança sentir-se bem-vinda e aceita. Neutralize os sentimentos de rejeição que as crianças possam ter, cumprimentando cada uma com um sorriso amigo, uma palavra amável, e a mão no ombro. Demonstre-lhes que você está contente com a presença delas. Trate cada uma com respeito. O amor de Deus por nós não se baseia em nossa aparência ou no que fazemos.

3. Torne sua classe um lugar seguro e estável. Para as crianças cuja situação familiar é caótica, um ambiente agradável e ordeiro, com certa rotina, pode ser um oásis. Peça ajuda de Deus para capacitá-lo a ser bem–humorado e mostrar amor.

4. Discipline adequadamente. Os lares com problemas são freqüentemente caracterizados por padrões de disciplina rígidos, inconsistentes ou permissivos. Estabeleça, explique e reforce regras simples para classe, com palavras bondosas, firmes e consistentes. Quando for necessária correção, critique o comportamento e não a criança. Deixe que esta saiba que você acredita que ela pode melhorar.

5. Ofereça um programa interessante e desafiador. As crianças com problemas dificilmente tem oportunidade de participar de divertimentos saudáveis. Procure envolve-las em atividades criativas que lhes irão estimular o crescimento. Ajude as crianças carentes a preencher os vazios em sua vida diária, sugerindo maneiras de passar as horas de lazer ou solidárias em atividades que agradem ao senhor. Ensine-as a escolher os amigos com sabedoria. Ajude-as a conhecer livros cristãos. Considere levá-las a passeios e excursões no campo.

6. Modele a vida cristã vitoriosa. Você pode ser o único adulto salvo na vida de uma criança necessitada. Deixe que os meninos e meninas vejam Cristo em você. Não tente dar ás crianças a falsa impressão de que você é perfeito; em vez disso, seja transparente. Quando apropriados, conte as dificuldades que enfrentou e explique as maneiras como foi ajudado por Deus durante as crises.

7. Ouça as crianças e incentive-as a falar. As crianças que passam por problemas quase sempre precisam expressar seus temores e preocupações. Fique à disposição delas e tome tempo para ouvi-las com atenção. Pergunte às crianças sobre os seus interesses e atividades. Enquanto falam, faça comentários positivos. Não force detalhes, mas mostre que se importa sinceramente. Ajude as crianças a pensarem positivamente sobre elas mesmas e a desenvolverem alvos para o futuro. Ganhe a confiança delas, mantendo em sigilo as informações recebidas delas.

8. Assegure e encoraje as crianças. Assegure as crianças do amor e aceitação de Deus. Conte a elas que Ele deseja perdoar e salvar. Ajude-as a compreender que não precisam sentir culpa quando outros agem errado (membros mais velhos da família ou vizinho). Faça elas se sentirem especiais e dignas, elogiando a sua resistência. Compartilhe Escrituras que falem dos planos especiais de Deus para a vida de cada criança (por exemplo, Jeremias 29.11).

9. Desenvolva confiança. Mostre às crianças, pelas reações consistentes e piedosas, que você é digno da confiança delas. Evite criticar as crianças ou os pais. Não desperte as defesas delas nem aumente o conflito que já sentem. Sentem que fizer uma promessa, não deixe de cumpri-la rapidamente.

10. Ensine às crianças versículos-chave aos quais possam recorrer. Os meninos e meninas em situações difíceis precisam saber o que é errado e como agir certo. Eles necessitam do consolo das promessas de Deus. Ajude-os a guardar no coração versículos que falem dos padrões de Deus e os assegure do Seu amor e proteção.

11. Ore com as crianças e pro elas. As crianças de lares com problemas muitas vezes se sentem engaioladas, solitárias e com medo. Ajude-as a compreender que Deus está sempre vigilante e atento. Encoraje-as a se voltarem para Ele quando precisarem de ajuda. Mostre sua preocupação sincera, ore pelas necessidades especificas das crianças.

Estabeleça uma Política para tratar dos Problemas Graves de abuso

Uma criança pode precisar de mais ajuda do que você pode dar. Prepare uma política-padrão para tratar dos casos de abuso severo. Se achar que uma criança está sendo fisicamente maltratada ou abusada sexualmente, é necessário notificar às autoridades. Consulte o seu supervisor ou Pastor. Ajude a criança a compreender que você tem a responsabilidade de protegê-la. Assegure-a do seu amor e apoio contínuos.

O QUE SIGNIFICAM OS RABISCOS COLORIDOS DAS CRIANÇAS?

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Menina a desenhar

No livro “Celebrate the Scribble: Appreciating Children's Art”, os autores e especialistas no desenvolvimento infantil, Kathy Hirsh-Pasek e Roberta Michnick Golinkoff, analisam os primeiros rabiscos feitos pelos bebés até aos desenhos coloridos de crianças com 3 anos. Cada idade revela novas fases de crescimento, por isso, saiba como interpretar os desenhos da pequenada e incentivá-las a continuar.

9-12 meses

Nesta fase, os bebés estão a descobrir os movimentos básicos das suas mãos e dedos, adoram mexer em tudo. Os pais devem transpor este movimento criativo para o papel, deixando os bebés segurar os lápis de cera e ver a sua alegria e admiração quando conseguirem fazer as suas primeiras marcas no papel.

12-15 meses

Por esta altura, as crianças começam a adicionar cor aos seus movimentos no papel e, embora estes rabiscos ainda sejam aleatórios, os pequenos artistas começam a demonstrar controlo sobre as suas capacidades motoras, sendo já capazes de executar movimentos para a frente e para trás. Embora não seja fácil um pai elogiar traços ou bolas sem sentido, pode e deve aproveitar para ensinar à pequenada as diferentes cores, descrever as formas desenhadas e comentar os padrões que a criança vão provavelmente começar a repetir.

15-18 meses

Com esta idade as crianças sentem uma enorme vontade de continuar a criar “obras de arte” e já começam a tomar decisões conscientes sobre formas e cores – o que significa que querem ver resultados finais! Os pais devem incentivar esta fase de exploração e dedicação criativa, dando-lhes a oportunidade de colorir, desenhar ou pintar em grandes folhas de papel.

18-24 meses

Durante esta fase vai poder observar os seus filhos a iniciar desenhos, só para lhes fazer uma ou muitas alterações pelo meio, o que demonstra algum pensamento prévio sobre o trabalho que estão e que querem fazer. Também nesta fase o incentivo por parte dos pais é fundamental, devendo estes demonstrar o seu entusiasmo pela escolha de formas e cores.

24-30 meses

A partir desta altura, os desenhos das crianças ganham uma nova dimensão, porque os artistas de palmo e meio já são capazes de descrever os seus rabiscos, ou seja, os desenhos podem ter múltiplos significados. Os pais devem aproveitar esta fase para questionar as crianças sobre o seu trabalho, ajudando-os a desenvolver novo vocabulário e capacidades literárias. Enquanto pai e filho “discutem” desenhos, podem criar histórias completas.

30-36 meses

Por esta altura, será já muito mais fácil os pais reconhecerem os objectos e as figuras desenhadas pelas crianças, no entanto, não devem impor as suas próprias ideias aos pequenos artistas. Ou seja, os pais devem evitar concentrar-se exclusivamente “no que é isto” e se “isso” está de facto bem desenhado, dando antes prioridade ao pensamento e à expressão criativa.

O livro “Celebrate the Scribble: Appreciating Children's Art” pode ser adquirido na Amazon.

COMO ENSINAR AS CRIANÇAS A COLORIR

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 Pai a ensinar a colorirNão deve existir criança no mundo que não goste de pegar nos seus lápis de cera e colorir desenhos – seja em livro de colorir, seja em folhas brancas, criando as suas próprias imagens. Para ensinar as crianças a colorir, para que possam desfrutar desta experiência muito criativa e beneficiar de todas as suas vantagens, não precisa de ser nenhum artista, apenas uma boa dose de paciência e algum tempo livre.

A importância de colorir

Muito mais do que uma actividade divertida e alegre, colorir é, para as crianças, uma forma de expressão e até de terapia, mas também um exercício que ajuda os miúdos a aprenderem a segurar e a controlar objectos nas mãos, contribuindo ainda para o desenvolvimento da coordenação olho-mão; e é igualmente fundamental para a solidificação dos níveis de concentração e para o conhecimento dos limites visuais.

A importância das cores

As diferentes cores que preenchem o nosso mundo e quotidiano prendem o olhar das crianças desde muito cedo. Um dois-em-um fantástico, a verdade é que ensinar os miúdos a colorir tem uma função dupla – aprender, em simultâneo, a identificar as cores. Geralmente, o primeiro contacto com as cores acontece antes da criança começar realmente a colorir – devido à interacção com brinquedos e livros ou até mesmo com objectos do quotidiano.

Quando?

Por volta dos dois anos de idade, a pequenada já terá desenvolvido as capacidades necessárias para começar a colorir. Embora não saibam o que é um lápis de cera, como segurá-lo adequadamente ou para que serve, a verdade é que em pouco tempo não só saberá associá-lo ao papel (ou outras superfícies menos desejadas!), como distinguir as cores e começar a colorir desenhos sem parar.

Como?

  • Chegada a idade apropriada, em vez de passar directamente para os livros de coloração, sugere-se a aquisição de um conjunto de plasticina, com o qual podem brincar e experimentar. Comece a ensinar à criança as cores básicas: preto, branco, vermelho, azul, verde e amarelo.
  • Uma vez explorada a plasticina, adquira lápis de cera grossos, cingindo-se às mesmas cores básicas. Dê à criança um desses lápis para que possa familiarizar-se e brincar com o mesmo durante um dia inteiro.
  • Um ou dois dias depois, mostre-lhe como é que se segura correctamente o lápis de cera.
  • Introduza uma folha de papel na brincadeira e utilize o lápis de cera para desenhar formas simples na mesma. A criança vai ficar espantada e vai pedir-lhe para fazê-lo repetidamente.
  • Entretanto, incentive a criança a fazer o mesmo, ou seja, a aplicar o lápis de cera à folha de papel.
  • Não se preocupe, nem fique frustrado se nos primeiros dias a criança estiver mais interessada em rasgar o papel, partir o lápis de cera ou metê-lo à boca! Certifique-se apenas que esses lápis sejam confeccionados com materiais não-tóxicos e que esteja sempre por perto para evitar que engula bocados do mesmo.
  • Ensinar as crianças a colorir requer apenas alguma paciência da sua parte e tempo suficiente para se dedicaram à actividade sem pressas… os artistas de palmo e meio encarregam-se do resto!
  • Na altura de passarem para desenhos ou livros, escolha imagens que as crianças já conhecem: o sol, a lua, estrelas, uma árvore, animais, desenhos animados preferidos, etc.
  • Deixe-os colorir à vontade, dando os parabéns e batendo palmas no final de cada “obra de arte”.
  • Ignore a bagunça, se colorirem fora das linhas ou a mesa da cozinha… isso é passageiro, uma questão de tempo apenas.
  • Comece a solidificar o conhecimento de cores ao pedir à criança para pintar o sol de amarelo, a relva de verde ou o carro de vermelho.
  • No que toca ao sempre difícil colorir “dentro das linhas”, experimente primeira desenhar uma nova linha em preto em torno do desenho, um pouco afastado da linha original. Peça à criança para colorir dentro dessa nova margem. Anote este truque: é mais fácil as crianças colorirem (principalmente dentro das linhas) se os lápis de cera estiverem sempre afiados. Em pouco tempo já não haverá limites que os pequenos artistas não consigam respeitar!
  • Acima de tudo, deixe a criança divertir-se e ser imaginativa, certificando-se apenas que colorir desenhos é uma actividade habitual lá em casa!

QUALIDADES DE UM LIDER

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cara2 Os líderes nascem no seio da igreja, e não necessariamente, necessitam de uma formação acadêmica. O que importa realmente é a vida reta, santa e digna de ser imitada pelos demais da congregação. São levantados com duas missões principais, são elas:


a) Preparar os eleitos para uma vida segundo a vontade de Deus, produzindo frutos dignos de arrependimento.
“Foi ele quem “deu dons às pessoas”. Ele escolheu alguns para serem apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e ainda outros para pastores e mestres da Igreja. Ele fez isso para preparar o povo de Deus para o serviço cristão, a fim de construir o corpo de Cristo”
. Ef 4.11,12

b) Pregar a verdade da salvação a todos.
“E o que de minha parte ouviste através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros”
. 2Tm 2.2
Os que ocupam cargos de liderança (em qualquer área da igreja), precisam viver a verdade do evangelho, na autoridade e poder do Senhor. Que sejam pessoas que creiam incondicionalmente na Bíblia e aceite o mover do Espírito Santo em toda a sua amplitude, que jamais queiram limitar o Senhor à Palavra, mas, que tenha consciência que Ele é o Senhor da Palavra e que vai além da revelação já existente. 
Qualidades presentes na vida dos verdadeiros líderes:

1- Chamados por Deus:
”O SENHOR disse a Moisés: —Mande chamar o seu irmão Arão e os filhos dele, Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar. Separe-os do povo de Israel para que me sirvam como sacerdotes.” Ex 28.1
”Em nós não há nada que nos permita afirmar que somos capazes de fazer esse trabalho, pois a nossa capacidade vem de Deus.” 2Co 3.5
O Chamado vem do Senhor, que capacita os Seus servos a desempenharem as funções para as quais foram comissionados. A preocupação do escolhido do Senhor deve restringir-se apenas em santificar-se e buscar a sensibilidade para ouvir o Espírito.


2- Comissionados por Cristo:

“Portanto, vão a todos os povos do mundo e façam com que sejam meus seguidores, batizando esses seguidores em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e ensinando-os a obedecer a tudo o que tenho ordenado a vocês. E lembrem disto: eu estou com vocês todos os dias, até o fim dos tempos”.  Mt 28.19,20
Os escolhidos para a manifestação do evangelho do Senhor precisam receber a autoridade que é dada pelo Senhor. É ouvir o Ide!


3 – Enviados pelo Espírito Santo:

“E, servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Separai-me, agora, Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado.  Então, jejuando, e orando, e impondo sobre eles as mãos, os despediram. Enviados, pois, pelo Espírito Santo, desceram a Selêucia e dali navegaram para Chipre.” At 13.2-4
Sem a confirmação e a direção do Espírito Santo, o líder não tem autoridade para tomar decisões próprias. É preciso ser sensível à voz do Espírito e esperar o momento certo para agir.


4 – Sensíveis à voz de Deus:

“Jesus afirmou: —Simão, filho de João, você é feliz porque esta verdade não foi revelada a você por nenhum ser humano, mas veio diretamente do meu Pai, que está no céu”. Mt 13.17
“Um anjo do Senhor falou a Filipe, dizendo: Dispõe-te e vai para o lado do Sul, no caminho que desce de Jerusalém a Gaza; este se acha deserto. Ele se levantou e foi”. At 8.26
A habilidade de liderar não está na sabedoria humana, mas, na capacidade de ouvir e obedecer à orientação que vem dos céus. É totalmente possível a uma pessoa simples ser poderosamente usada pelo Senhor na manifestação do seu poder. O compromisso com o Senhor deve ser vista por todos.


5- Cheio de Fé:

“Visto que a justiça de Deus se revela no evangelho, de fé em fé, como está escrito: O justo viverá por fé.” Rm 1.17
A perseverança na fé é uma virtude do líder segundo o coração de Deus. Pois, no curso da caminhada, dificuldades surgirão e é preciso está alicerçados, plena confiança para vencer as adversidades. Veja o exemplo de Abraão:     Gn 12.1-20; 17.1-27; 22.1-19


6- Exemplos vivos de Cristo:

“Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo.” 1Co 11.1
Os líderes precisam refletir a imagem do Senhor, para que seus liderados o veja como exemplo digno de imitação. É preciso um comportamento digno, palavras sábias e ações santas. Paulo declarou-se como digno de ser imitado.


7- Homens e mulheres de caráter:

“O bispo deve ser um homem que ninguém possa culpar de nada... É preciso que o bispo seja respeitado pelos de fora da Igreja, para que não fique desmoralizado e não caia na armadilha do Diabo. Do mesmo modo, os diáconos devem ser homens de palavra e sérios...  Primeiro devem ser provados e depois, se forem aprovados, que sirvam a Igreja. A esposa do diácono também deve ser respeitável e não deve ser faladeira. Ela precisa ser moderada e fiel em tudo.” 1Tm 3.1-13
Paulo faz uma descrição das qualidades que devem estar presentes na vida do líder. É preciso que seja maduro e demonstrar um caráter ético e aprovado por todos.


8- Cheios de humildade:

“Tenham entre vocês o mesmo modo de pensar que Cristo Jesus tinha:  Ele tinha a natureza de Deus, mas não tentou ficar igual a Deus. Pelo contrário, ele abriu mão de tudo o que era seu e tomou a natureza de servo, tornando-se assim igual aos seres humanos. E, vivendo a vida comum de um ser humano,  ele foi humilde e obedeceu a Deus até a morte—morte de cruz.”  Fp 2.5-8
O maior exemplo de humildade que temos, é o de Cristo Jesus. Ele, obedeceu, fez a obra e pagou um alto preço.


9- O líder ouve os liderados e aprende com eles:

“Encontrei em Davi, filho de Jessé, o tipo de pessoa que eu quero e que vai fazer tudo o que eu desejo.” At 13.22
Davi foi um rei sensível a Deus, líder humilde que aceitava as repreensões e os conselhos que procediam dos profetas. É sábio ouvir as pessoas, mesmo que as sugestões não sejam as melhores.

10- Segundo o coração de Deus:
“Então, os homens de Israel disseram a Gideão: Domina sobre nós, tanto tu como teu filho e o filho de teu filho, porque nos livraste do poder dos midianitas. Porém Gideão lhes disse: Não dominarei sobre vós, nem tampouco meu filho dominará sobre vós; o SENHOR vos dominará.” Jz 8.22,23
Alguns são líderes natos; mas, o líder sábio deposita nas mãos do Senhor as suas tarefas e sensíveis ao Espírito Santo, age segundo a Sua orientação.

11- Vida de orações e jejuns:
“E, servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Separai-me, agora, Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado. Então, jejuando, e orando, e impondo sobre eles as mãos, os despediram. Enviados, pois, pelo Espírito Santo, desceram a Selêucia e dali navegaram para Chipre.” At 13.2-4
A vida de oração e jejum possibilita ao líder comunhão íntima com o Senhor e a possibilidade de ouvir e ser orientado literalmente pelo Espírito de Deus. É um governo “teocrático”.

12- Sonhos, visões, profecias, revelações, etc:
“Ora, os dons são diversos, mas o Espírito é o mesmo. E também há diversidade nos serviços, mas o Senhor é o mesmo. E há diversidade nas realizações, mas o mesmo Deus é quem opera tudo em todos. A manifestação do Espírito é concedida a cada um visando a um fim proveitoso. Porque a um é dada, mediante o Espírito, a palavra da sabedoria; e a outro, segundo o mesmo Espírito, a palavra do conhecimento; a outro, no mesmo Espírito, a fé; e a outro, no mesmo Espírito, dons de curar; a outro, operações de milagres; a outro, profecia; a outro, discernimento de espíritos; a um, variedade de línguas; e a outro, capacidade para interpretá-las.”      1Co 12.4-10
Crer e viver o sobrenatural do Senhor é uma condição na vida de um líder segundo o coração de Deus.

13- Milagres, sinais e maravilhas:
“Homens de Israel, escutem o que eu vou dizer. Deus mostrou a vocês que Jesus de Nazaré era um homem aprovado por ele. Pois, por meio de Jesus, Deus fez milagres, maravilhas e coisas extraordinárias no meio de vocês, como vocês sabem muito bem.” At 2.22
Os milagres e sinais são para nossos dias, devemos encará-los como a manifestação do poder de Deus, indispensável para a edificação de vidas.

14- Unidade dos liderados:
“Todos estes perseveravam unânimes em oração, com as mulheres, com Maria, mãe de Jesus, e com os irmãos dele.” At 1.14
Uma das qualidades do líder é reunir os irmãos num só pensamento, numa só direção e isto só é possível, quando há o mover do Espírito Santo da vida.

15- Intrepidez, coragem:
“Ao verem a intrepidez de Pedro e João, sabendo que eram homens iletrados e incultos, admiraram-se; e reconheceram que haviam eles estado com Jesus.” At 4.13
A nossa coragem e sabedoria nas ações precisam demonstrar que andamos com Cristo.
Mas, a maior qualidade do líder, não importa qual a classe de liderança (seja: pastor, presbítero, diácono, professor, diretor de associações, etc.), inquestionavelmente é a condição de cheios do Espírito Santo. As ações e atitudes serão bênção.

Sejas um líder segundo o coração de Deus.
Elias R. de Oliveira

ENSINANDO AS CRIANÇAS ORAR

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A oração não deve, de modo algum, ser decorada, recitada.
Quando oramos a deus, abrimos nosso coração ao Pai, como fazemos a um amigo íntimo.
Deus é nosso Pai e nos ama muito, e nos conhece, a cada um de nós, como se fossemos únicos.
Ele “conhece até o número de fios de cabelo de nossa cabeça!...
Apresento abaixo uma idéia de como ensinar seu menino ou menina a orar a Deus.
Saliente que a oração deve ser feito em qualquer momento que o coração desejar... na hora da agonia ou da alegria...
Logo pela manhã mostre ao seu filho a necessidade de agradecer a Deus orando...
Amado Pai. Eu te agradeço pela noite que passou e pelo sono que restaurou a nossa energia. Eu te peço que fiques conosco durante essa manhã de atividades e aulas, abençoando e protegendo. Faça-nos crescer em conhecimento e sabedoria – humana e divina. Dá aos alunos e professores a inspiração e a motivação necessárias, para fazerem o melhor para si, pelos outros e para honra e glória do teu santo nome.
Em nome de Jesus, Amém

CRIANDO FILHOS…

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Pr. ALBERTO MATOS

PREÂMBULO

Um dos mais conhecidos pregadores da Inglaterra foi Richard Baxter. Quando jovem foi chamado à pastorear uma grande igreja, cujos membros eram ricos e instruídos. Achou-os, porém, frios e carnais. Por isto ficou desapontado e deixou-se levar pelo desânimo . No auge da crise, declarou: “O único meio de salvar a igreja e circunvizinhança é estabelecer a religião nos lares, e levantar o altar familiar”.

Passou três anos visitando casas e estabelecendo o culto doméstico. Seus esforços foram coroados de êxito . E assim o culto doméstico serviu de base a um movimento que trouxe à igreja, milhares de pecadores.

Richard Baxter provou que o altar familiar é indispensável para se estender as estacas do Reino de Deus.

CRIANDO FILHOS À MANEIRA DE DEUS - João 5.17-23

Introdução

1. Por vários dias busquei uma orientação de Deus acerca do que falar nesta palestra. Numa madrugada, tive um sonho. Eu pegara uma apostila e ao abri-la encontrava toda a palestra pronta, já escrita. Quando acordei procurei entre o meu material de pesquisa, se eu já tinha algo assim. Apesar de encontrar vários materiais, sabia que não era nenhum deles. Foi aí que veio à minha mente esta passagem bíblica que descreve muito claramente a relação entre o Pai Celeste e o Seu Filho Unigênito.

João – Cap. 05
Propósito Contínuo - 17 E Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também. 18 Por isso pois os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não se quebrantava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo se igual a Deus.

Capacitação - 19 Mas Jesus respondeu, e disse-lhes: Na verdade, na verdade vos digo que o Filho por si mesmo não pode fazer coisa alguma, se o não vir fazer ao Pai; porque tudo quanto ele faz, o Filho o faz igualmente.

Amor - 20 Porque o Pai ama o Filho, e mostra-lhe tudo o que faz; e ele lhe mostrará maiores obras do que estas, para que vos maravilheis

Dom da Vida - 21 Pois, assim como o Pai ressuscita os mortos, e os vivifica, assim também o Filho vivifica aqueles que quer.

Poder para Julgar - 22 E também o Pai a ninguém julga mas deu ao Filho todo o juízo;

Honra - 23 Para que todos honrem o Filho, como honram o Pai. Quem não honra o Filho, não honra o Pai que o enviou.

2. Como criar filhos à maneira de Deus ?

3. Entendo que há só uma melhor maneira de saber: observando a paternidade exercida pelo Pai Celeste.

4. Para efeito didático, permutaremos o termo “pai” para pais (pai e mãe).

5. Analisemos o texto supracitado.

I. PROPÓSITO CONTÍNUO

A. “Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também”. Por esta expressão , entendemos que há uma continuidade de propósito; propósito transmitido de Pai para Filho. Este propósito está ligado à essência que constitui a ambos – a mesma natureza.

B. Aplicando esta verdade a relação humana entre pai e filho, seria isto relativo ao fato de ambos terem a mesma natureza como salvos.

C. A salvação é uma dádiva de Deus, mas cabe aos pais o desenvolvimento do ensino sobre a mesma aos filhos.

D. Analisemos as observações da Palavra de Deus quanto a este assunto:

1. Abraão - Porque eu o tenho conhecido, que ele há de ordenar a seus filhos e a sua casa depois dele, para que guardem o caminho do Senhor, para obrarem com justiça e juízo; para que o Senhor faça vir sobre Abraão o que acerca dele tem falado. Caberia a Abraão a responsabilidade de ordenar a seus filhos e casa, objetivando que eles guardassem o “Caminho do Senhor” e obrassem com justiça e juízo. Essa era a condição sine qua non para que o Senhor fizesse vir sobre Abraão o que acerca dele tinha falado. Deus havia prometido fazer dele “Pai das Nações”, mas havia uma aliança neste sentido, onde ambos haveriam de cumprir com suas respectivas partes.

2. Orientação paulina acerca do bispo – “ Convém pois que o bispo ... Governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia” (I Tim.3.2,4). O bispo deveria ter como característica o fato de governa bem a sua casa e ter seus filhos em sujeição.

3. Orientação paulina acerca do diácono - Os diáconos sejam maridos de uma mulher, e governem bem a seus filhos e suas próprias casas. Aos diáconos não foi pedido menos do que aos bispos.

4. Confissão de Josué – “... Eu e a minha casa serviremos ao Senhor”- Js.24.15.

5. Relato de Jó – “Sucedeu pois que, tendo decorrido o turno de dias de seus banquetes, enviava Jó, e os santificava, e se levantava de madrugada, e oferecia holocaustos segundo o número de todos eles; porque dizia Jó: Porventura pecaram meus filhos, e blasfemaram de Deus no seu coração. Assim o fazia Jó continuamente” – Jó 1.5.

Por estas passagens bíblicas compreendemos a importância de termos em boa mente, como pais, o cumprimento da responsabilidade em transmitirmos aos nossos filhos – o Propósito Contínuo.

Neste cenário, surge a indagação: Como transmitirmos o Propósito Contínuo aos Filhos ?

Vejo que há um só caminho: Através do Sacerdócio.

A função do “sacerdote”é apresentar Deus aos homens e os homens a Deus. Os pais precisam exercer o sacerdócio diante de Deus e dos Filhos.

Vejamos as orientações bíblicas quanto à responsabilidade dos pais:

1. Prov.1.8 - Filho meu, ouve a instrução de teu pai, e não deixes a doutrina de tua mãe.

2. Prov.22.6 - Instrue ao menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.

3. Ef.6.4 - E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor.

O ensinar dos pais aos filhos deve ser algo natural, corriqueiro. Entretanto, os pais têm falhado neste processo educacional diante para com os filhos.

Ainda pouco vimos o seqüestro de Patrícia Abravanel e a ameaça enfrentada pelo Empresário Silvio Santos oriundos de uma pessoa, o Fernando Dutra, que fora criado dentro de uma igreja evangélica.

Devido a fatos como estes entendemos que há fatos na educação dos filhos que são da nossa alçada como pais, mas que há coisas que são da alçada de Deus.

Há momentos em que fazemos a nossa parte de pais, mas os filhos não cumprem a parte deles.

R. A. Torrey conta que, embora ainda muito jovem, deu asas à imaginação e incredulidade e passou a zombar de Deus, de Cristo, da Bíblia e de tudo que se referia às coisas espirituais. Sua mãe, porém o amava. E , diante de Deus orava e suplicava por ele o tempo todo.

Torrey, por seu lado, continuou cada vez mais rebelde, até que um dia disse à mãe : “Estou tão aborrecido que vou embora para não lhe perturbar mais”. Ela o seguiu até o portão, chorando disse: “Meu filho, ao chegares à hora mais escura de todas, quando não houver mais esperança, se clamares ao Deus de tua mãe. Ele te ouvirá”.

Torrey, assim mesmo saiu para as trevas do pecado, onde se embrenhou sem pensar nas conseqüências. Muitos meses depois, achava-se hospedado num hotel, a mais de 600 Km da casa de sua mãe . Sem poder dormir, enojado de tanto pecar e já cansado de viver, levantou-se de madrugada com esta resolução : Pegarei o revólver, colocá-lo-ei à testa e findarei com este drama redículo chamado vida humana”. No entanto, lembrou-se das palavras de sua mãe: “Meu filho, ao chegares à hora mais escura de todas, quando não houver mais esperança, se clamares ao Deus de tua mãe. Ele te ouvirá”. Ele caiu de joelhos e orou: “Ó Deus da minha mãe, quero luz, e se me deres, segui-la-ei”. Não demorou muito a receber a tão almejada luz. Apressou-se, então, e foi para a sua casa. Planejou surpreender a sua mãe, porém, ela chegou ao portão sorrindo, e chorando de gozo , disse: “Ó meu filho, sei porque voltaste e sei o que tens para dizer-me. Tens achado o Senhor. Deus me disse”.

Todo o mundo cristão conhece a longa e ardente vida de R.A. Torrey. Através dele, milhares de vida foram levadas ao Salvador.

Conhecendo a história dele, podemos dizer: “Tudo pode a oração de uma mãe, pai, irmão, irmã, esposa, esposo, filho; tudo pode se não fizerem menos do que o seu melhor.

Você está fazendo o seu melhor na criação dos seus filhos ?

Na 1a. Guerra Mundial, quando Enrico Caruso estava no ápice da fama, chamaram-no para cantar num show beneficente.

Com o propósito de que ele não recusasse o convite lhe informaram de que ele não precisaria se esforçar muito, bastaria cantar qualquer coisa que não lhe requeresse esforço e habilidade, pois só o seu nome já atrairia uma enorme multidão.

Prontamente, ele respondeu: “Caruso, nunca faz menos do que o seu melhor”.

Assuma o compromisso diante de Deus agora: “Na criação dos meus filhos nunca farei menos do que o meu melhor”.

Tiago Taylor , bisavô de Hudson Taylor, antes do seu casamento passou horas em oração, na manhã de seu casamento, tomado pelas palavras de Josué : “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor”.

E Deus honrou a firme resolução de Tiago Taylor e deu-lhe um lar que produziu um missionário dos que mais honraram à Igreja, Hudson Taylor.

O Propósito Contínuo é o Supremo Alvo dos pais: Todos Nós Dentro da Casa Celestial!

“Querido, está anoitecendo ?”, perguntou a velhinha de 97 anos.

Vendo o marido que ela estava morrendo, inclinou-se para responder: “Sim, Marta, está anoitecendo”.

No seu delírio, ela pensava achar-se, como no passado, com os seus queridos no culto doméstico, por isto insistiu: “Os filhos estão todos em casa” ?

Sim, todos os filhos estão em casa, Marta.

O último filho fora chamado à Casa Celestial, havia três anos.

Depois de algum tempo, ela comentou:

- Vou já à casa, também.

- Sim , Marta, tu vais agora.

- E , tu, querido, irás também ?

- Sim , pela Graça de Deus, irei!

Ela estendeu as mãos e, colocando-as ao redor do pescoço do marido, fez com que ele se abaixasse ao seu lado e balbuciou:

- “E Deus fechará todos nós dentro da Casa Celestial”.

II. CAPACITACÃO

a. Os pais precisam capacitar aos filhos, no que diz respeito a parte da responsabilidade que lhes cabe.
b. Foi assim com vários personagens bíblicos:

1. Lídia – At.16.15 – “E depois que foi batizada, ela e a sua casa...”

2. Cornélio – At.10.24 - E no dia imediato chegaram a Cesaréia. E Cornélio os estava esperando, tendo já convidado os seus parentes e amigos mais íntimos.

3. Carcereiro de Filipos – At.16.34 – “E na sua crença em Deus, alegrou-se com toda a sua casa”.

c. A capacitação ( nos dias de hoje) dá-se-á nas esferas:

1. Espiritual;
2. Acadêmica;
3. Lingüística;
4. Musical;
5. Atlética;
6. Profissional;
7. Social.

d. Além desta capacitação humana, existe a divina: Deus se revelando a eles e capacitando a eles.

III. AMOR

Não há arma mais poderosa do que o AMOR! Deus nos alcançou através do AMOR! Não iremos alcançar os nossos filhos, a não ser pelo AMOR!

Quando eu estava no Exército Brasileiro, encontrava-me distante do Caminho do Senhor. Muitas vezes impossibilitado de comer a alimentação fornecida pela caserna devido a má qualidade dos alimentos, recebia de minha mãe quando ela se deslocava para ir à firma da família, um sanduíche e uma carteira de cigarro. Ela não gostava de que eu fumasse , mas por amor ela deixava no quartel a ambos.

Quantas e quantas vezes, eu comia aquele sanduíche, sentado na calçada com as lágrimas escorrendo na minha face. Ela me conquistou e alcançou para o Senhor através do AMOR!

No ano seguinte, minha mãe e uma tia começaram uma reunião de oração pelos filhos. Quando eu chegava do trabalho e asencontrava em oração , ficava na casa de um amigo em frente ao nosso lar até que a mesma acabasse ou entrava de fininho, tomava banho, trocava de roupa e saia sem fazer zoada.

Foi com AMOR que ela continuou orando e assim me alcançou!

IV. DOM DA VIDA

a. Celebrar a vida.
b. Compartilhar a vida.
c. Encarar a vida.
d. É preciso fazer festa com as pessoas da família!

V. PODER PARA JULGAR

a. Quem recebe capacitação, pode receber poder para julgar.

b. Devemos dotar aos filhos com autoridade para escolher o caminho em que deve andar, tal qual o alpinista que vai soltando a corda devagarzinho para que outra pessoa chegue ao seu alvo.

c. Teimamos em mantê-los como crianças!

d. Precisamos prepara-los para a vida!

e. Julgamos eles o tempo todo e não ensinamos a eles a julgar corretamente!

f. Temos que faze-los pensar!

g. Precisamos entregar as rédeas deles a eles!

VI. HONRA

a. É importante honrar aos filhos, fazer com que eles se sintam dignos!

b. Ver seu filho sendo honrado é ver a aprovação da obra de suas mãos, como pai ou mãe.

c. É saber que você deu conta do recado!

d. É saber que você cumpriu com a sua responsabilidade diante do Pai Celeste!

e. É saber que o seu Projeto vingou!

f. É saber que você colocou um ser idôneo no Reino de Deus!

g. É saber que você está trabalhando por uma família, igreja e sociedade melhor!

h. É saber que você valorizou a eles!

i. E se valorizou a eles, certamente, valorizou ao Senhor da Herança!

Conclusão

1. Criar filhos sem depender do Pai Celeste não é agir como filho de Deus e, sim, como bastardo!

2. Criar filhos no patamar natural e isenta-los do sobrenatural é oferecer a eles um futuro natural e medíocre.

3. Devemos como filhos de Deus buscar a inteira dependência do Pai, dando exemplo, para que nossos filhos aprendam a depender também de Deus.

4. Devemos fazer a nossa parte natural na criação dos filhos e encaminha-los para o Sobrenatural de Deus.

5. devemos fazer a nossa parte para que o Senhor tenha o ambiente necessário para fazer a parte d‘Ele.

6. “Se Deus colocasse um diamante em tuas mãos, ordenando-te que gravasses nele uma frase para ser lida no último dia, como índice de tuas idéias e sentimentos, com que cuidado escolherias as palavras ? É justamente isto que Deus fez quando colocou cada um dos teus filhos, puros e imaculados, nas tuas mãos. O que estás escrevendo nestes diamantes, pela oração, por teu espírito e exemplo, hora após hora, dia após dia, ano após ano, é para ser lido e exibido no grande dia.

“UM LAR NO TEMOR DO SENHOR”

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Pr. Fausto Brasil

TEXTO: II REIS 4:1-7

Classificação dos lares. Podemos encontrar:
- um lar ateu
- um lar misto
- um lar cristão – seria o lar de Josué. “eu e minha casa serviremos ao Senhor.”

1. Um lar em que há o temor de Deus também há problemas. Vs. 1
- o problema era luto.
- Um problema nunca vem só, ele trás outro.
- Além do luto, saudade e tristeza, veio ainda as dúvidas.
- Porém, além disto ainda havia os filhos, cujo credor veio e o tomou como pagamento de dívidas deixadas pelo marido.
- Jesus disse: “No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, Eu venci o mundo”.

2. Deus somente faz aquilo que está fora do alcance do homem. Vs.2
- A segunda pergunta de Eliseu, faz a mulher despertar para as verdadeiras proporções do seu problema.
- O problema só tem proporções piores quando o indivíduo se perde.
- Depois o profeta dá uma ordem absurda àquela mulher. Vs.3
- Tudo é questionado, menos uma ordem divina, as ordens de Deus foram feitas para serem obedecidas. Exemplo: O cego que Jesus mandou lavar-se no tanque de Siloé.
(Jo 9)
- A mulher podia arranjar os vasos, não devia esperar que Eliseu os buscasse ou esperasse que Deus lhe desse o que ela devia fazer, isto ela devia fazer.

3. Em todos os milagres, há sempre uma discrição. Vs. 4
- nenhum milagre é feito para satisfazer curiosidade, mas sim suprir necessidade.
- Exemplos; Jesus na ressurreição da filha de Jairo.
- Jesus e os fariseus: “Fazei um sinal”.

4. Deus somente dá na medida em que se precisa e se pode receber. Vs. 6
- Deus não esbanja.
- Na multiplicação dos pães “nada se perdeu”.
- O maná e as codornizes (Ex.16) Deus mandou exatamente aquilo que lhes era necessário. Vs.18,21 – “Todos comiam o que podiam”.
- A mulher continuou a pedir vasos.
- O limite não estava na capacidade (graça de Deus), mas na capacidade humana.


CONCLUSÃO: O que diferencia um lar cristão do que não é:
1. Não é a existência de problemas, mas a maneira de resolvê-los.
2. Procurar um homem de Deus, não no sentido formal mas no sentido de alguém usado por Deus para as soluções dos problemas do seu povo.
Deus em última análise.
3. Deus ensina a pescar, mas não dá o peixe.
4. Não peça um milagre para Deus só por curiosidade.

COMO EVANGELIZAR CRIANÇAS

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Aliança Pró Evangelização das Crianças

O CÉU - SÓ HÁ UM CAMINHO
O céu é um lugar maravilhoso? A Bíblia, a Palavra de Deus, diz que lá NUNCA haverá lágrimas, morte, tristeza, choro, dor ou escuridão. O pecado também não poderá entrar ali. O céu é um lugar lindo? Na Bíblia lemos que a cidade celestial é de ouro puro e brilhante coro o cristal. O Céu é um lugar preparado. A Bíblia diz que o Senhor Jesus Cristo, o Filho unigênito de Deus, está preparando (construindo) um lugar para todos aqueles que O aceitam em seus corações - todos aqueles que se tornam membros da família de Deus. Você não gostaria de saber que algum dia irá ao céu viver com o Senhor Jesus para sempre? Deixe-me dizer-lhe como você pode ter a certeza de ir para o céu.

PEQUEI
A Palavra de Deus, a Bíblia, diz que só há uma coisa que nos impede de ir para o céu. Um coração cheio de escuridão do pecado não nos deixa entrar no céu. E todos as pessoas do mundo pecaram. Em Romanos 3: 23 lemos: "Todos pecaram" e em Romanos 3:10, "Não há justo, NEM SEQUER UM". Justo. Isso significa que as pessoas não fizeram aquilo que Deus quer que faça. Será que você costuma dizer, fazer e pensar coisas que não agradam a Deus?
Já mentiu, enganou, roubou ou desobedeceu? Isso é pecado! A Palavra de Deus diz : "a alma que pecar, essa morrerá" (Ezequiel 18:4). A Bíblia diz que nem o pecado e nem o pecador podem entrar no céu. (Apocalipse 21 :27).

DEUS ME AMA
Estou muito feliz que a nossa estória não parou naquele ponto triste. Lemos em João 3: 16 "Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito..." e em Romanos 5:8 "Deus prova o seu próprio amor para conosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores". Somente Deus poderia mostrar esse amor. Costumamos ser gentis com os nossos amigos quando eles são gentis conosco. Mas quando eles não são gentis conosco, achamos muito difícil ser gentil com eles. O mesmo não acontece com Deus. Ele nas amou quando nós ainda não O amávamos, nem pensávamos nEle. Deus, o Pai, nos amou ao ponto de mandar o Seu Filho unigênito, o Senhor Jesus Cristo, para morrer por nós. E o Senhor Jesus, que é Deus o Filho, nos amou a ponto de querer vir a terra para morrer por você e por mim.

CRISTO MORREU POR MIM
Mesmo nos amando, Deus não pode deixar o pecado fazer parte de nossas vidas. A Bíblia diz, em 1 Coríntios 15:3, "Cristo morreu pelos nossos pecados... Foi sepultado, e ressuscitou segundo as Escrituras (Bíblia)". Quando o Senhor Jesus, o Filho de Deus sem pecado, morreu na cruz, morreu em seu e meu lugar. Ele fez isso por nós, para que nós pudéssemos entrar um dia no céu.  Você crê no que Deus diz na Bíblia? Pode dizer de todo o seu coração: "Se Deus disse, eu creio"? Isso é fé - crer na Palavra de Deus.

O MARAVILHOSO PRESENTE DE DEUS
Deus tem um presente para você! O Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus, morreu na cruz para que você pudesse receber esse presente. Você lembra do seu último aniversário? Lembra dos presentes que recebeu? Você pagou pelos presentes? Trabalhou para ganhá-los? É claro que não! Eram presentes! Deus quer dar a você a vida eterna. Você não pode pagar, nem trabalhar para receber a vida eterna. Você tem que crer no que Deus diz na Sua Palavra. Creia que esse maravilhoso presente é para VOCÊ. 'Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus' (Efésios 2:8).

EU ACEITO O PRESENTE
Há muitas pessoas que crêem que o céu é um lugar maravilhoso... crêem até mesmo que Jesus Cristo morreu na cruz por causa dos pecados... Mas não poderão entrar no céu. Sabe por quê? Porque não aceitaram a Cristo como seu Salvador pessoal. Em Apocalipse 3:20, lemos: "Eis que estou à porta, e bato; se alguém (homem, mulher, menino ou menino) ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa". O Senhor Jesus está lhe dizendo: "Se você abrir a porta do seu coração, pela fé, isto é, crendo em Mim, dar-lhe-ei esse maravilhoso presente de vida. Este é o presente de Deus - a vida eterna! Você não quer aceitá-LO agora, para que, um dia, possa ir ao belo lugar chamado céu? Tudo o que você tem a fazer é abrir a porta do seu coração e deixar Jesus entrar. Vamos abaixar a cabeça e fechar os olhos, enquanto você agradece o Senhor Jesus por ter morrido por você e pelo vida eterna que Ele lhe dá. (Faça uma oração para ajudar as crianças)

SEGURANÇA
Depois que a criança aceitar a Cristo em seu coração, não se esqueça de lhe mostrar na Bíblia o que Deus diz sobre a salvação. Pergunte: Agora que você aceitou o Senhor Jesus Cristo em seu coração, terá que morrer pelo seu próprio pecado? Não! Em ICoríntios 15:3, nós lemos que Cristo morreu pelos nossos pecados. Será que você preciso ser castigado pelo seu pecado? Não! Por que não? Porque o Senhor Jesus já foi castigado em seu lugar. E se você pecar novamente? (Leia 1 João 1:9 ). O Senhor Jesus estará SEMPRE ao nosso lado para nos ajudar. Podemos orar a Ele em qualquer momento. Onde Ele está? (Apocalipse 3:20). No seu coração. Lemos em Hebreus 13:5 que Ele jamais nos deixará ou abandonará. Repita para as crianças, as últimas palavras... "te deixarei, nem te desampararei", usando para cada palavra, um dedo da mão, e fazendo-o repetir algumas vezes. Mas você está vendo que está faltando uma coisa? O que está faltando? A palavra NÃO. Então Deus nos promete: "NÃO te deixarei, nem te desampararei". Faça a criança repetir todas as palavras usando os dedos para as cinco últimas e dando bastante ênfase sobre o NÃO. Insista com ela para que leia a Bíblia, para que ore e para que testemunhe.

PASTOREANDO O CORAÇÃO DAS CRIANÇAS

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O que é pastorear:
É a ação coordenada que objetiva o anúncio do Reino de Deus e se expressa no testemunho pessoal e comunitário, através da vivência da fé, da esperança e do amor.

Pastorear a criança:
Pastorear crianças é educa-las em valores para a vida, para o amor e para a paz. Pastorear a
criança é acolher, é orientar, é animar, é estar pronto, é servir, é acarinhar, é colaborar, é amar...
Todos e todas são responsáveis pelas crianças. De maneira especial a família, os professores e as professoras, os pastores e as pastoras são os que mais diretamente são responsáveis pelo pastoreio das crianças.
A educação da criança é global. É a partir do que a cerca que a criança vai aos poucos sentindo, vendo, ouvindo e aprendendo ser ela mesma. Por isso o cuidado, a sensibilidade, a bondade e o amor são de importância fundamental para a criança. Ela aprende não tanto pelo que dizemos, mas muito mais pelo que somos e pelo que fazemos.
Os pastoreio do coração da criança é uma ação comunitária onde o pai, a mãe, os avós, os tios/as, os educadores/as e todos os irmãos e irmãs da igreja tem uma enorme influência na ação educativa da criança... Aquele e aquela que são chamados para pastorear a criança são chamado para contribuir na construção de um caminho no qual viver é amar . Amar a Deus, amar os seres humanos, amar a natureza, amar os animais, amar o sonho de Deus.


Quando pastorear as crianças:
É necessário e muito importante conhecer as características das crianças e entender as situações que influenciam seu desenvolvimento integral.
Já desde a gestação, e nos primeiros anos da vida, a criança experimenta, associa a mãe , ao pai, às pessoas com as quais convive e ao ambiente, as mais variadas sensações:
- proteção ou abandono
- bem querer ou mal querer
- ser mais uma ou ser única e esperada introjeta, faz o registro afetivo em si de todo o clima familiar.

O período de 0 a 6 anos é muito importante. Nesta a criança ainda não é capaz de alto-condução e então é o/a adulto/a que estabelece as normas de comportamento para elas.
Sabemos que há uma relação do desenvolvimento humano com a fé. Esta relação começa nos primeiros anos da vida, quando a criança interage com seus pais ou responsáveis. A fé se desenvolve como uma espiral, com forte resultados das situações vivenciadas pelas crianças nas relações com as pessoas e ambiente em que vivem.
A integração no universo é um permanente processo evolutivo, uma constante auto-elaboração e necessidade que se renova a cada manhã e que se torna mais aguda em determinadas faixas de idade de nossa existência (criança, adolescente, idoso/a).

As crianças de 6 a 9 anos começam a responder por elas mesmas, têm a capacidade maravilharem-se, são afetiva e têm muita sensibilidade.

Dos 9 a 12 anos ocorrem muitas mudanças. Despertam para a criatividade, surge os "grupos".

Como pastorear o coração da criança:
Cuidar de cada momento do desenvolvimento

A espera do nascimento:
A pastoral começa com o pai, a mãe e toda a igreja. Encontrar tempo para conversar sobre o nascimento da criança ela vai se localizar na família - primogênita, caçula, seus irmãos, suas irmãs e avós...
Falar sobre batismo. A importância da nossa herança de fé.
O nascimento: Manifestar a alegria da chegada da criança - (um cartão, uma flor, um livro).
A visita pastoral é esperada pela família com grande espectativa.
O anúncio na igreja - bonito cartaz , painel - Acolhida e apresentação da criança no primeiro dia que ela for a igreja.

O batizado:
O pastor deve valorizar o batismo da criança. A Igreja Metodista batiza criança. Jesus afirma que as crianças são membros do reino de Deus "E qualquer que receber, em meu nome, uma criança tal como esta, a mim me recebe".
Preparar o dia do batizado com toda a comunidade. Anunciar com antecedência.
Conversar com as crianças da igreja sobre o grande evento. Decorar a igreja.
Preparar a celebração de forma bem participativa. Incluir as crianças, os avós, as professoras da ED. Escolher músicas que fazem sentido para a ocasião.
Faça do 0 batismo o momento de grande vivência da fé comunitária. Prepare um legado para a criança (pequeno álbum com dados sobre o batismo - dados da igreja, do pastor, das crianças presentes, das músicas, etc.)

A escola:
A educação cristã acontece em todos os espaços da igreja , tanto nos espaços físicos quanto nos "espaços" de convivência. A escola deve ser um lugar de muita experiência boa para as crianças de todas as idades.
As crianças pequenas até quatro anos aprenderão nossas atitudes e valores.
Os/as adultos/as que amam e cuidam da criança transmitem, por meio de seus atos que Deus é amor e que ele ama e cuida de seus filhos e filhas. As várias atividades que visam o desenvolvimento total da criança ajudam a construir o alto conceito : "Sou amado/a. Tenho capacidade de crescer, amar, participar e contribuir para um mundo melhor". Os frutos do espirito - amor, alegria, paz, paciência, bondade, humildade, fidelidade, domínio próprio - são características que devem fazer parte de nossa vida se vamos compartilhar nossa fé com as crianças.
O pastor/a deve visitar as classes das crianças incentiva-las, elogia-las, contar histórias e outras atitudes muito importantes.
Dar especial atenção as fazes da participação na escola dominical.
Estabelecer os ritos de passagem - do berçário para o jardim e assim por diante. Explicar para as crianças, conversar, deixar que elas falem de seus sentimentos. Oferecer um legado que marque este momento de passagem.

O culto:
" O pastor/a precisa trabalhar o culto, tornando inclusivo às crianças."

Santa Ceia:
" A criança como herdeira do Reino de Deus, deve participar da seia do Senhor, preferencialmente junto com seus pais, ou familiares, membro da igreja, ou acompanhada pelas pessoas responsáveis por sua formação cristã, depois de terem sido orientadas pelos mesmos sobre a relevância da celebração e o seu significado. Os pastores/as orientaram aos pais e demais membros da comunidade local para que instruam seus filhos acerca do significado e natureza da Ceia do Senhor".

A vida escolar:
É importante demonstrar interesse pastoral para as crianças com respeito a seus estudos . Orar com elas no início do ano letivo, conhecer suas dificuldades e descobrir como incentiva-las. Organizar encontros para conversar com as crianças sobre suas escolas. É possível entender muito mais as crianças a partir dessas experiências conjuntas. Outras atividades muito interessantes são com relação as ferias. Pode-se organizar encontros para ver filme, comer pipoca e criar atividades de jogos, teatro, música e tantas outras. Sem saudosismo mas ainda tem "sabor" organizar pick-nick.

O aniversário:
É o dia especial de cada uma criança. É importante ter a relação de todas as crianças com a data de nascimento. Quando for telefonar, saiba quantos anos ela estão fazendo. Criança gosta que saibam sua idade certa.

Lúcia Leiga de Oliveira
É membro da Igreja Metodista no bairro Planalto, em Belo Horizonte, assessora do Projeto Sombra e Água Fresca.

A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO

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Ninguém vive só...
Mesmo as estrelas do céu vivem juntas;
Mesmo a águas do oceano se espraiam em conjunto;
Mesmo as lágrimas rolam duas a duas, não raro acompanhadas de um sorriso.

Ninguém vive só...
Mesmo as folhas pequeninas dos arbustos dormem juntas;
E os pássaros cortam seus ares em revoada.

Ninguém vive só...
Mesmo as pedras, procurando caminho, porque o caminho não é deserto
Mas transitado pelos homens;
Mesmo as flores procuram jardins, porque os jardins são visitados.

Ninguém vive só...
E nesta grande harmonia de conjunto, nesta constante busca do outro;
Neste irresistível poema de sociabilidade;
Nos situamos como gente.

Ninguém vive só...
Situar-se como gente é abandonar a idéia do EU;
A atitude do egoísmo para aderir ao NÓS, EU, VOCÊ, TODOS NÓS;
Abertos, confiantes, construtivos, comunitários, sociais.

POR ISSO VOCÊ É IMPORTANTE NO NOSSO CONJUNTO!
Por isso foi e será tão importante sua amizade, sua colaboração
NOSSO TRABALHO INTEGRAL.

(autor desconhecido)

REALIZE UMA GINCANA BIBLICA

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Realize uma gincana bíblica animada e diferente.

Dê oportunidade para que todas as crianças e até mesmo os adultos possam participar.
Divida a gincana em modalidades diferentes, como por exemplo:
Fazendo arte: a criança pequena sorteia uma história bíblica que terá que ser desenhada numa lousa ou papel e sua equipe terá que adivinhar qual é a história.
Pegue e conte: também para crianças pequenas: coloque numa caixa surpresa figuras em papel ou EVA de personagens bíblicos ou animais. AS crianças escolhem uma figura de olhos fechados e tem que descobrir qual história que é. exemplo: uma ovelhinha(BOM pastor), uma vaca(sonho de José), um bebê(Moisés ou nascimento de Jesus)
Quem sou eu? Perguntas referente ao perfil de personagens bíblicos (crianças grandes)
Manchete bíblica: perguntas em forma de manchete jornalística.
Exemplo:Monstro marinho engole um homem (JOnas)
Barco encalha perto das montanhas (arca de Noé)
USE SUA CRIATIVIDADE E BOA GINCANA!!!

MÃE: INFLUÊNCIA PODEROSA

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Texto: Provérbios 15:22

Introdução:
Uma definição para Influência é: “Ação que uma pessoa ou coisa exerce sobre outra”
Nossos sentimentos podem nos levar a pensar que todas as mães têm boa influência sobre seus filhos. Mas a realidade é que isso pode ser bem diferente:
Existem mães que influenciam de forma benéfica seus filhos;
Existem mães que exercem uma influência negativa sobre seus filhos,

A Bíblia nos apresenta alguns exemplos bíblicos de mulheres que causaram um impacto na vida de seus filhos através de sua influência.
Neste dia das mães, quero destacar algumas mães que exerceram uma influência negativa sobre seus filhos, e desafiar para que sua família, faça neste dia um voto diante do Senhor a fim de exercerem sobre seus filhos um impacto para que else sejam grandes servos ou servas do Senhor.

Tese: O EXEMPLO DA MÃE CRENTE É UMA INFLUÊNCIA PODEROSA EM SEUS FILHOS

Sent. Trans: Vejamos algumas mães que influenciaram a vida de seus filhos.

O primeiro exemplo de mãe que estudaremos será...
I. ATALIA (2 Cr 22.3)

1. Acazias era filho de Jeorão rei de Judá, com a morte de seu pai ele começou a reinar em
Israel, aos 22 anos de idade. Reinou conforme seu pai havia reinado, e fez o que era mal aos
Olhos do Senhor.

a. Acazias tinha o mau exemplo de seu pai.
(1) Talvez você tenha tido um mau exemplo do seu pai, e eu sei que isto não é bom, porém eu digo que: Os filhos não precisam seguir os passos errados de seus pais. Deus não vai aceitar a desculpa de que você fez coisas erradas na vida porque seu pai as fazia. A Bíblia diz que cada um dará contas de is mesmo a Deus.

b. Acazias tinha o maus exemplos do reino vizinho, “parentes”
(1) Diz também nosso texto que Acazias andou nos caminhos do reino vizinho, do reino de Acabe que reinava em Israel.
(2) Você não precisa seguir maus exemplos dos vizinhos, dos parentes, nem dos políticos, do governo etc.

Mas Acazias tinha ainda um dos piores exemplos:
C. Acazias teve sua mãe como conselheira
(1). Ela dava conselhos para que ele andasse nos caminhos da impiedade;
(2). Ela o aconselhava para que ele andasse longe dos caminhos do Senhor para sua própria perdição.

2. Alguém poderia perguntas: que mãe iria desejar o pior para seu filho? Essa mãe quis!
A. Aconselhou seu filho a andar longe de Deus.
B. Quantas mães estão fazendo o mesmo hoje, neste mesmo momento?(a) Filho, esta coisa de religião é bobagem!
(b) Filho, aproveite sua vida, enquanto você é jovem!
(c) Não me venha com essa coisa, não seja fanático religioso!
(d) Filho eu não preciso ir para a igreja hoje, você sim.
(e) Missionário? Nem pensar, você vai estudar para ser alguém na vida!

è O EXEMPLO DA MÃE CRENTE É UMA INFLUÊNCIA PODEROSA NA VIDA DE SEUS FILHOS
è Mães, ensinem seus filhos a não andar longe do Senhor, Ele é o único caminho, verdade e vida .

Trans. Outro exemplo de influência negativa encontra na pessoa de...


2. REBECA (Gn 27.5-9)

1. Jacó não era o primogênito, não tinha o direito da bênção, e sim seu irmão Esaú, porém, sua mãe deu um jeitinho, deu conselhos e orientou seu filho.

a. Ouviu que Isaque iria abençoar a Esaú.
B. Idealizou um plano para roubar a bênção do outro filho, para seu filho preferido.
C. Aconselhou seu filho para enganar o próprio pai (Gn 27.9-13)
D. Ensinou ao filho como mentir, e enganar.

2. Talvez alguém pergunte: Que mãe iria ensinar seu filho a mentir, a enganar, a roubar aquilo que não lhe pertence? Essa quis!
3. Quantas mães, talvez sem pensar, estão aconselhando seus filhos neste momento da mesma forma que Rebeca?
A. A mentir para conseguir melhores resultados em sua vida material?
B. Quantas mães estão neste momento ensinando a seus filhos que else devem enganar outras pessoas para conseguir algo sem precisar se esforçar ou merecer?
C. Quantas mães estão ensinando seus filhos a colar na prova para poder passar de ano?
D. Quantas mães estão ensinando seus filhos a roubar aquilo que não lhe pertence?

è O EXEMPLO DA MÃE CRENTE É UMA INFLUÊNCIA PODEROSA NA VIDA DE SEUS FILHOS
è Mães, ensinem seus filhos a não faltar com a verdade, pois fazendo isso, você torna Satanás o pai de seu filho – 1 Jo 3.10

Trans. O terceiro exemplo de influência negativa encontramos na pessoa de...


3. HERODIAS (Mt 14.6-8)

1. Orientada por sua mãe a jovem atraente usou seu corpo, usou sua sensualidade dançando para o rei, para conseguir satisfazer os caprichos da mãe.
2. Após conseguir agradar o coração do rei, mais uma vez orientada por sua mãe a jovem pediu ao rei que matasse o profeta de Deus.
3. Alguém poderia fazer esta pergunta: Que mãe iria pedir que sua filha usasse seu corpo para conseguir algo em seu benefício? Essa quis!
4. Quantas mães até neste mesmo momento estão orientando suas filhas a usar o corpo para conseguir um bom casamento (financeiramente falando).
a. Quantas mães estão incentivando seus filhos a usarem seus corpos para conseguir fama, sucesso etc.
b. Quantas mães levam suas filhas para comprar roupas que colocam seus corpos em evidência, e quando questionadas respondem: o que é que tem isso!
c. Quantas mães por meio do que assistem na televisão, ensinam para seus filhos um padrão muito mais baixo e imoral?

è O EXEMPLO DA MÃE CRENTE É UMA INFLUÊNCIA PODEROSA NA VIDA DE SEUS FILHOS
è Mães, não ensinem seus filhos a brincar com o pecado, fazendo isso, você os coloca na beira do inferno, e não são poucos os lares que tem perdido seus filhos – Tiago 1.15


CONCLUSÃO
Três mães, que deram a seus filhos os piores conselhos que alguém poderia receber:
1. Andar longe dos caminhos do Senhor;
2. Outra aconselhou seu filho a roubar, enganar e mentir.
3. A outra aconselhou sua filha a usar o corpo para conseguir benefícios.

Ser mãe é influenciar vidas e O EXEMPLO DA MÃE CRENTE É UMA INFLUÊNCIA PODEROSA NA VIDA DE SEUS FILHOS

Pergunto então:
- Você tem influenciado seus filhos ao contrário do que estas mães fizeram:
1. Você tem influenciado seus filhos a andarem cada dia mais próximos dos caminhos do Senhor?
Você dá exemplo de como andar cada dia mais próxima do Senhor?
Lê a Bíblia com eles? Ajuda nas tarefas do cultinho? Você pergunta o que ele aprendeu na EBD?

2. Você influencia seus filhos a não roubar, a não enganarem a não mentirem, outras pessoas?
Você dá exemplo disso? Você é fiel nas suas contas? Sua responsabilidade com Deus nos dízimos?
3. Tem influenciado seus filhos a serem castos, puros, não exporem seus corpos.
Você dá exemplo disso com suas roupas? Seus programas de TV?

4. Medite então na vida de EUNICE (2 Timóteo 1.5)
Ele foi uma mulher de fé,
Ela influenciou seu filho a ser um grande pregador da Palavra do Senhor. (2 Tm 3.15)

Mães, decida ser conhecidas por causa do exemplo e influência cristã na vida de seus filhos.

Oração:
Senhor Deus peço que abençoe as mães da nossa igreja, nesta tarefa tão sublime, atribuída pelo Senhor mesmo a cada uma delas! Obrigado pelo seu cuidado com nossas mães. Se alguém não tem uma mãe crente aqui ainda que o Senhor não se esqueça dela e dá oportunidade para ela o conhecer como Salvador, é o que pedimos no nome de Cristo.